Sangue de Dragão - Seiva - Phyto

Referência: LS-342


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Descrição:

sangue de dragão - seiva 

Embalagem: 10ml

O Dragoeiro é uma árvore que cresce no norte da Amazônia, Peru, Equador e Colômbia, e chega a uma altura de 20 metros. De seu tronco, extrai-se uma seiva vermelha conhecida como “sangue de dragão”. Os índios a utilizam para estancar sangramentos, cicatrizar queimaduras e feridas infecciosas. O sangue de dragão é um poderoso cicatrizante, formando uma segunda pele e aumentando a síntese de colágeno. É também potente anti-inflamatório, antioxidante,  antibacteriano, antivirótico e analgésico. 

SAÚDE:
Cicatrizante para queimaduras, feridas e escaras
Herpes
Gengivite
Candidíase

PELE
Proteção dos raios UV
Rugas
Elasticidade
Acne
Micoses
Coceiras
Verrugas

Sobre a Seiva de Sangue-de-Dragão

O significado do nome “Sangue de dragão”, é em alusão a cor de sua seiva, que depois de oxidada por exposição ao ar forma uma substância de cor vermelho vivo muito semelhante ao sangue. No passado, era considerada um mistério a sua origem e vendida a altos preços, pois era trazida por cavaleiros que diziam tê-la obtido de lutas travadas com dragões; “Kroton”, origina-se do grego, que significa “carrapato”, em alusão ao formato de algumas sementes do gênero; “lechleri”, foi o nome dado em  homenagem ao farmacêutico alemão “Wilibald Lechler” (1814-1856).

O dragoeiro é uma árvore que cresce no norte da Amazônia, Peru, Equador e Colômbia. A maior parte da produção ocorre no Peru, porém o dragoeiro é nativo de toda a América do Sul, cresce em climas quentes, especialmente em bosques úmidos, próximos aos cursos de água. Existem gêneros diferentes de dragoeiros, porém as propriedades da seiva são muito semelhantes. As espécies de Croton Lechleri, abundantes no Brasil, crescem a uma altura de 12-20 metros,  com folhas em forma de coração peludas quando jovens e flores pequenas. Outra espécie conhecida é a Dracaena draco, que é o representante mais antigo do reino vegetal junto com o baobá, possui um formato bem diferente e curioso, com sua copa assemelhando-se a um “disco voador”, e com o tronco com contorno bem irregular. Esta costuma atingir 15m de altura com ramificações umbeliformes, e não ocorre no Brasil, mas sim nas ilhas do Atlântico Norte. Já a espécie Daemonorops draco exsuda a resina dos frutos que são bagas do tamanho de uma cereja. Para extração do látex, cortes são feitos no tronco em formato de espinha de peixe, que exige grande habilidade do cortador, sob pena de debilitar ou mesmo provocar a morte da planta. Para que isso não aconteça, algumas regras devem ser seguidas, como por exemplo, a árvore precisa ser adulta, e precisa ter pelo menos 20cm de diâmetro a altura do peito (DAP). A extração geralmente é realizada  entre abril e junho, e o ciclo da extração é de 6 meses. A casca depois de cortada se regenera rapidamente. As resinas em pó são produzidas a partir do aquecimento e vaporização da seiva, onde solidifica-se, e então em seguida é ralada, obtendo-se o pó.

Precauções

Não se conhecem contraindicações para o uso externo.